IT IS SAID THAT EACH TIME WE EMBRACE SOMEONE WARMLY, WE GAIN AN EXTRA DAY OF LIFE. SO PLEASE, EMBRACE ME NOW.
Aleph, Paulo Coelho.
Boy: I love you
Girl: Like the adults?
Boy: No, really!

Boy: I love you

Girl: Like the adults?

Boy: No, really!

“…There’s a chemistry, energy, a synchronicity
When we’re all alone,
So don’t tell me
You can’t see
What I’m thinking of”.

Brethless - Corine Bailey Rae

“…There’s a chemistry, energy, a synchronicity
When we’re all alone,
So don’t tell me
You can’t see
What I’m thinking of”.
Brethless - Corine Bailey Rae

Pra Sonhar - Marcelo Jeneci & Laura Lavieri

Quando te vi passar fiquei paralisado
Tremi até o chão como um terremoto no Japão
Um vento, um tufão
Uma batedeira sem botão
Foi assim viu
Me vi na sua mão

Perdi a hora de voltar para o trabalho
Voltei pra casa e disse adeus pra tudo que eu conquistei
Mil coisas eu deixei
Só pra te falar
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra sonhar
Pra sonhar

O que era sonho se tornou realidade
De pouco em pouco a gente foi erguendo o nosso próprio trem,
Nossa Jerusalém,
Nosso mundo, nosso carrossel
Vai e vem vai
E não para nunca mais

De tanto não parar a gente chegou lá
Do outro lado da montanha onde tudo começou
Quando sua voz falou:
Pra onde você quiser eu vou
Largo tudo

Se a gente se casar domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar

Domingo
Na praia, no sol, no mar
Ou num navio a navegar
Num avião a decolar
Indo sem data pra voltar
Toda de branco no altar
Quem vai sorrir?
Quem vai chorar?
Ave maria, sei que há
Uma história pra contar
Pra contar

// Construção//

Quem não conhece o trabalho do poeta e escritor Fabrício Carpinejar está em tempo. Abro esta crônica com uma citação extraída da ótima entrevista que ele deu para a revista “Joyce Pascowitch”: “O início da paixão é estratosférico, as pessoas não param quietas exibindo tudo que podem fazer. Depois passam a confessar o que realmente querem. A paixão é mentir tudo o que você não é. O amor é começar a dizer a verdade”.

É mais ou menos isso. No começo, a sedução é despudorada, inclui, não diria mentiras, mas um esforço de conquista, uma demonstração quase acrobática de entusiasmo, necessidade de estar sempre junto, de transar dia sim, outro também. A paixão nos aparta da realidade, é um paralelo, é uma festa a dois em que , lógico, há sustos, brigas, desacordos, mas tudo na tentativa de se preparar para algo muito maior. O amor.

É ai que a cobra fuma. A paixão é para todos, o amor é para poucos. 

A paixão é estágio, amor é profissionalização. Paixão é para ser sentida; o amor, além de ser sentido precisa ser pensado. Por isso, tem menos prestígio que a paixão, pois parece burocrático, um sentimento adulto demais, e quem quer deixar de ser adolescente?

A paixão não dura, só o amor pode ser eterno. Claro que alguns casais conseguem atingir o sublime - amarem-se apaixonadamente  a vida inteira, sem distinção das duas “eras” sentimentais. Mas, para a maioria, chega o momento em que o êxtase dá lugar a uma relação mais calma, menos tórrida, quando as fantasias são substituídas pela realidade: afinal, o que se construiu durante aquele frenesi do início? Uma estrutura sólida ou um castelo de areia?

Quando a paixão e o sexo perdem a intensidade é que aparecem os outros pilares que sustentam a história - caso eles existam. O que alicerça de fato um relacionamento são as afinidades (não podem ser raras), as visões de mundo (não podem ser radicalmente opostas), a cumplicidade (o entendimento tem que ser quase telepático), a parceria (dois solitários não formam um casal), a alegria do compartilhamento (um não pode ser o inferno do outro), a admiração mútua (críticas não podem ser mais frequentes que elogios) e, principalmente, a amizade (sem boas conversas, não há futuro). Compatibilidade plena é delírio, não existe mas o amor requer ao menos uns 65% de consistência, senão o castelo vem abaixo.

O grande desafio dos casais é quando começa a migração do namoro para algo mais perene, que não precisa ser oficializado ou ter a obrigação de durar para sempre, mas que já não se permite ser frágil. Claro que todos querem se apaixonar, não há momento da vida mais vibrante. Mas que as “mentirinhas” sedutoras lá do começo tenham a sorte de evoluir até se transformarem em verdades inabaláveis.

_ Martha Medeiros _

John Legend Each Day Gets Better
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Pure delicacy.

Pure delicacy.

Beauty sleep.

Beauty sleep.

I know they say you cant go home again.
I just had to come back one last time.
Ma’am I know you don’t know me from Adam.
But these handprints on the front steps are mine.
And up those stairs, in that little back bedroom
is where I did my homework and I learned to play guitar.
And I bet you didn’t know under that live oak
my favorite dog is buried in the yard.
I thought if I could touch this place or feel it
this brokenness inside me might start healing.
Out here its like I’m someone else,
I thought that maybe I could find myself
if I could just come in I swear I’ll leave.
Won’t take nothing but a memory
from the house that built me.
Mama cut out pictures of houses for years.
From ‘Better Homes and Garden’ magazines.
Plans were drawn, concrete poured,
and nail by nail and board by board
Daddy gave life to mama’s dream.
I thought if I could touch this place or feel it
this brokenness inside me might start healing.
Out here its like I’m someone else,
I thought that maybe I could find myself.
If I could just come in I swear I’ll leave.
Won’t take nothing but a memory
from the house that built me.
You leave home, you move on and you do the best you can.
I got lost in this whole world and forgot who I am.
I thought if I could touch this place or feel it
this brokenness inside me might start healing.
Out here its like I’m someone else,
I thought that maybe I could find myself.
If I could walk around I swear I’ll leave.
Won’t take nothing but a memory
from the house that built me.

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